domingo, 28 de fevereiro de 2010

O voo da Borboleta - número 1


E, eis-me aqui pela segunda vez!!!

O título destas crónicas não é uma originalidade. É muito utilizado, para os mais diversos fins. Uma pesquisa na Internet revelará várias utilizações do título.
A razão da minha escolha prende-se principalmente com temas que fui desenvolvendo no “VOCÊ COME FORMIGAS?...”. Quem leu e percebeu saberá entender este título. Quem não percebeu, também não adianta explicar. Aliás, será mais divertido se derem outros motivos ao motivo.

O título também tem a ver com a letra da canção “A Veia do Poeta” de Rui Veloso e Carlos Tê… Oiçam. Acredito que vão gostar. No mínimo visitem o site do Rui e leiam a letra.
“VOCÊ COME FORMIGAS?...”, foi tempo de Lubango em 2005. Foi tempo de desesperança. Agora é um pouco diferente … vou poisando e levantando…num movimento em espiral, espero que não picado nem desorientado …qual estafeta atarefado em consumir a vida. Foi tempo de crónicas de “um” Tuga, e agora serão “do” Tuga.
Termino com uma dica do Joaquim Letria autor do excerto de texto abaixo. Está tudo explicado aí!!!

“Uma das mais interessantes descobertas recentes da biologia é a de que o aparente voo errático das borboletas nunca o é, de facto. Tem sempre um objectivo e segue linhas de orientação e planos de voo definidos. Logo, quando uma borboleta bate as asas em Pequim, as longínquas consequências do gesto do seu delicado corpo não acontecem por acaso…”
in Prefácio de “O Voo da Borboleta, Crónicas da Sociedade da Informação”, de Reginaldo Rodrigues de Almeida, da Media XXI, ISBN 972-99351-3-0.



A esperança é prima das borboletas…