No pré pagamento 450 Kwanzas prometem um galão, um pão de deus com queijo e um café para remate.
O balcão da pastelaria “Art Doce”, apresenta-se apetecível com vários exemplares dignos de qualquer pastelaria de Lisboa. Há cinco anos atrás tal não seria possível, mas hoje, e após várias tentativas falhadas este estabelecimento, que além do mais é o único aberto às 6:30 da manhã, apresenta fabrico de qualidade.
Chega-me um pão de deus com fiambre. Como e calo. Já paguei e nem tudo é perfeito, estou cansado de saber.
Descer a serra da Leba às 7 horas da manhã, baixando de cerca de 2000 metros de altitude até ao nível do mar permite apreciar o espectáculo que aqueles que ficam na cama até ao meio dia jamais poderão usufruir. A serra apresenta-se sempre de vestes diferentes conforme o dia e a hora.
Na Praia Azul, o mar pela frente o deserto nas costas a companhia das andorinhas do mar, a presença dos buracos na areia, indicando a morada de caranguejos, permitem-me desfrutar do ambiente como se fosse só meu. Acredito que andarão peixes por perto, mas o contacto visual não se realiza desta vez.
É quando me sinto em plena convivência e harmonia com a natureza que percebo o que Platão queria significar:
"Ser, por si, unicamente UM para sempre, e único."
domingo, 12 de setembro de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Férias - ameaça
Já não venho aqui desde 30 de Abril. Desta vez é uma ameaça. Talvez volte nas férias... bem próximas... espero!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
E assim se chega aos 55


Chego quatro dias atrasado.
No último dia 26 casei os anos com o nascimento: 55. Agora não adianta trocar as velas. Apenas a partir dos 61 teria resultado mas já ninguém vai acreditar.
Portanto, só importa perceber que a vida começa agora. Bem sei que me restam apenas 93 anos de vida, mas irei vivê-los com entusiasmo e intensidade como se tudo começasse agora.
Várias vezes tenho dito que o principal fascínio da vida é o de não sabermos quando vai acabar. Não advogo viver cada dia como se fosse o último. Prefiro imaginar sempre que é o primeiro e assim continuarei a fazer.
(Também não terei tempo para acumular desejos de vingança nem detritos do mal no meu coração.
Deitei-os fora, absolvendo e esquecendo todo o mal que me fizeram em palavras, actos, maledicências, calúnias e injustiças.
Esqueci!
Com o meu perdão, o meu esquecimento, e porque não dizê-lo, nalguns casos, com o meu desprezo, sou eu quem mais sai a ganhar e liberto o meu coração do peso das mágoas e dos ódios.
Perdoo e esqueço para ser feliz e sinto-me, assim, mais inteligente.)
O texto entre parêntesis é uma adaptação do livro “Minutos de Sabedoria”, de C. Torre Pastorino, página 288. As fotos são minhas em Santo António de Lisboa, Florianóplis.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Faz hoje... 42 ou 43 anos...

Já nem me lembro bem. Penso era 5 de Abril de 1968. Subi a Sapadores, desci a Angelina Vidal, cruzei o Mercado Forno de Tijolo, Rua Maria e outras e lá estava eu na Iluminante. Entrei pelas traseiras no Largo do Intendente Pina Manique. Da Graça à Mouraria, rua abaixo e rua acima. Assim se começa uma vida de "costura" sem fim.
Descubra as diferenças
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Sexta-Feira Santa
Vivam os santos que nos proporcionam dias de descanso. Hoje o santo é "sexta-feira". Penso que se referem ao amigo do Robinson Crusoé. É um dos santos da minha devoção. Pena que não haja tambem um "segunda-feira" santa. Seria mais um fim de semana prolongado que tanto bem me faz. Desta vez vou ficar a borregar, como gosto nestes casos. a cidade fica calma e a minha alma também. Depois terei tempo de ter a praia só para mim e poderei andar para cá e para lá... tranquilamente.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Alucinação...
O fim de semana foi alucinante de trabalho, canseira e transpiração. Ainda deu para ir um pouco à praia e fazer um filme estonteante. Claro que as crónicas se vão atrasando e: "enxoval que não vai com a noiva..."
quinta-feira, 25 de março de 2010
Pró Namibe
Este é o Oásis dos Arcos a 70 Kms da cidade do Namibe na província com o mesmo nome. Deserto da Namibia, portanto. É territorio angolano, mas a geografia não se compadece com divisões politico-administrativas. A cena passa-se em finais de 2005 na companhia da Filipa e do Ricardo Hans.
Olhem só o crocodilo...
Olhem só o crocodilo...
sábado, 20 de março de 2010
De novo em "casa"
terça-feira, 16 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010

Estamos em pleno Dia Internacional da Mulher, feriado nacional em Angola. Hoje como, noutros dias, aprecio vários episódios dignos de relato. Quase sempre me abstenho, quer por falta de tempo quer por pudor.
Uma das melhores sensações é atestar o depósito de combustível. Aposto que nenhum de vós algumas vez pagou o diesel a 22 cêntimos. Pois não? Não deixa de ser curioso como num mundo global ainda á possível tal coisa… mas é!
Foi com a situação agradável de pagar tão pouco que me desloquei ao café para tentar beber a minha Frize. Continua em falta mas consigo dispor de uma Água das Pedras. O café Delta também não estava mau. Claro que estes produtos não são a preços comparáveis com os inflamáveis. Num estabelecimento normal a despesa orça em algo semelhante a 2,5 Euros. É da logística… Dizem!
Uma jovem catorzinha entrou para adquirir pão. A sua cabeça ostentava algo de cores garridas que à primeira vista me pareceu um turbante. Pensei para mim mesmo: com cerca de 27 graus de temperatura aquilo deve cozer os miolos. Engano meu. Não era um turbante mas um balão de Santo António, daqueles que parece um fole de uma concertina… claro que é muito mais fresco, mais suportável.
O uso de balões e fogos de artifício, é um costume levado pelos portugueses para a África e Brasil e está relacionado com o tradicional uso das fogueiras e com os seus efeitos visuais. Fogos de artifício e espectáculos pirotécnicos fazem parte essencial da festa. Em Portugal, colam-se pequenos papéis nos balões com desejos e pedidos escritos neles, ou as tradicionais quadras de Santo António, expressão da literatura popular:
“Confessei-me a Santo António,
Confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
Que fosse continuando.”
E, hoje é a festa da mulher. Presumo que terá sido por isso que a jovem resolveu adornar a cabeça daquela maneira.
Bem a propósito, pude ouvir um debate na RNA sob o tema “O papel da mulher na economia”. Bastante curioso. Primeira curiosidade: o painel compunha-se apenas de homens. Decorrentes dessa primeira curiosidade, muitas outras aconteceram no debate. Resolvi destacar a de um dos paineleiros, um padre, que deixou escapar a seguinte afirmação:
- “Eu aceito a igualdade. No entanto, é preciso cuidado com a atribuição de percentagens para que as mulheres não se entusiasmem demasiado. Há que não esquecer o conceito bíblico da hierarquia: No céu, primeiro Deus, depois Jesus. Na terra, primeiro o homem, depois a mulher.”
domingo, 7 de março de 2010
Lubango: dia menos 2
Ainda no Lubango: dia -2. É domingo e amanhã é feriado, dia internacional da mulher.
A cidade está deserta. Muitos aproveitam para rumar às praias do Namibe e de Benguela. Outros aventuram-se mais a sul e penetram na Namíbia em busca da vida selvagem ou das compras na capital daquele país… é a atracão dos shoppings de estilo europeu.
Nestes fim-de-semanas prolongados prefiro sempre ficar quieto, fugir da confusão e aproveitar para crescer. Leitura, música, cinema e cama fazem o meu ideal.
Aproveito também para cozinhar e não perder o hábito nem a habilidade.
Umas pataniscas vinham mesmo a calhar, mas vou ficar-me pelo petisco, simples e directo: um chouriço assado e uma farinheira com ovos mexidos vão fazer-me companhia. Não dispensarei a elegante parceria da morena “Tinto da Talha-2005” da Adega RoqueVale do Alentejo. Espero que no final ela esteja completamente consumida e que eu possa apreciar e celebrar o prazer resultante da tradição romana que consiste em vinificar em talha de barro.
No entretanto trato de conferir a minha check-list para a viagem ao Planalto Central. Nunca faço uma viagem sem apontar e verificar tudo o que preciso levar. Gosto de arrumar a mala com tempo e ter uma visão de tudo antes de emalar.
Sou muito organizado e sistemático… não sei se vale a pena, mas prefiro continuar assim.
Pensei em mostrar-vos a lista mas seria uma maçada para a maioria de vós. Sei que gostam de improvisar, fazer tudo às pressas e um pouco “ad-hoc”. Sei muito bem que vos faltaria emoção se não fizessem as coisas à vossa maneira. É tal e qual como eu… apenas de forma diferente.
Brindo-vos com uma foto de Dezembro de 2006, quando eu voava por aí orientando brigadas do registo eleitoral.
Entre as coisas interessantes consta uma antena de satélite e um telefone de satélite, porque comunicar era/é preciso.
Poupo-vos assim, à lista e garanto a continuação da vossa amizade.
Continuo a contar com a vossa companhia.
A cidade está deserta. Muitos aproveitam para rumar às praias do Namibe e de Benguela. Outros aventuram-se mais a sul e penetram na Namíbia em busca da vida selvagem ou das compras na capital daquele país… é a atracão dos shoppings de estilo europeu.
Nestes fim-de-semanas prolongados prefiro sempre ficar quieto, fugir da confusão e aproveitar para crescer. Leitura, música, cinema e cama fazem o meu ideal.
Aproveito também para cozinhar e não perder o hábito nem a habilidade.
Umas pataniscas vinham mesmo a calhar, mas vou ficar-me pelo petisco, simples e directo: um chouriço assado e uma farinheira com ovos mexidos vão fazer-me companhia. Não dispensarei a elegante parceria da morena “Tinto da Talha-2005” da Adega RoqueVale do Alentejo. Espero que no final ela esteja completamente consumida e que eu possa apreciar e celebrar o prazer resultante da tradição romana que consiste em vinificar em talha de barro.
No entretanto trato de conferir a minha check-list para a viagem ao Planalto Central. Nunca faço uma viagem sem apontar e verificar tudo o que preciso levar. Gosto de arrumar a mala com tempo e ter uma visão de tudo antes de emalar.
Sou muito organizado e sistemático… não sei se vale a pena, mas prefiro continuar assim.
Pensei em mostrar-vos a lista mas seria uma maçada para a maioria de vós. Sei que gostam de improvisar, fazer tudo às pressas e um pouco “ad-hoc”. Sei muito bem que vos faltaria emoção se não fizessem as coisas à vossa maneira. É tal e qual como eu… apenas de forma diferente.
Brindo-vos com uma foto de Dezembro de 2006, quando eu voava por aí orientando brigadas do registo eleitoral.
Entre as coisas interessantes consta uma antena de satélite e um telefone de satélite, porque comunicar era/é preciso.
Poupo-vos assim, à lista e garanto a continuação da vossa amizade.
Continuo a contar com a vossa companhia.
sábado, 6 de março de 2010
Viagens: Lubango - Lubango 10 dias depois.
Sempre que viajo apetece-me escrever sobre os locais por onde passo.
Algo do tipo da extinta "Grande Reportagem", ou algo do género de uma página só, ou mesmo um diário viagem.
Seja qual for a opção nunca consigo. É sempre muita matéria, muitas fotos, muitas coisas. É o estilo: "Como chegar", "Onde ficar", Onde "comer".
Mas, a mim, apetece-me falar de muitas coisas mais: da gastronomia, da história, das pessoas, dos hábitos, da fauna, da flora, da geografia, das atrações, da arquitectura, enfim...fosse eu fazer a vontade a mim mesmo, e, no mínimo, sairia sempre uma monografia.
Ora acontece que quando viajo é sempre por uma de duas razões: lazer ou trabalho. Quer numa, quer noutra nunca sobra tempo. No lazer há que borregar, descansar e nada de esforços ou demasiada disciplina. No trabalho, nem dá para o lazer, muito menos para os hobbies.
Mas, penso sempre em fazê-lo, tento mesmo muitas vezes. Desta vez estou a tentar de novo. Na próxima semana vou sair em serviço. Saio do Lubango, capital da provincia da Huíla. Parto daquela bolinha vermelha e vou até Benguela, capital da provinicia com o mesmo nome, mais a norte. De lá rumo a outros destinos.
A província da Huíla é praticamente do tamanho de Portugal. Assim podem ter uma noção mais aproximada do tamanho da viagem.
Sobre o Lubango e a Huíla, falo-vos no regresso. Sobre as restantes cidades, vou tentar falar-vos no durante.
Vamos tentar mais uma vez. Vocês todos viajam no meu coração e eu acredito ter um lugar no vosso.
Conto com a vossa companhia.
sexta-feira, 5 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Questões semânticas
terça-feira, 2 de março de 2010
As crónicas
Devem ter percebido que tentei publicar aqui as minhas crónicas desde 2005. O efeito não me agrada. Vou tentar outra solução. Vamos ver o que conseguimos.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Março, marçagão...

Fevereiro já era. Foi-se. Até parece que voltará daqui a um ano. Mas será outro tempo, outro mês, com o mesmo nome, mas outro.
Estou a publicar aqui as minhas crónicas desde 2005. Ou melhor: tinha a intenção. mas, não resulta como eu queria. Donde, ficam aqui os números "1" de cada colecção. As restantes hão-de ser publicadas de forma mais agradável. Estou à procura de uma solução.
Estou a publicar aqui as minhas crónicas desde 2005. Ou melhor: tinha a intenção. mas, não resulta como eu queria. Donde, ficam aqui os números "1" de cada colecção. As restantes hão-de ser publicadas de forma mais agradável. Estou à procura de uma solução.
Março no Hemisfério norte é o sazonal equivalente a setembro no Hemisfério sul. Por volta de 21 de março, o Sol cruza o equador celestial rumo ao norte; é o equinócio de março, começo da primavera no Hemisfério Norte e do outono no Hemisfério Sul.
1 de março - Dia Internacional da Proteção Civil
8 de março - Dia Internacional da Mulher
22 de março - Dia Mundial da Água
8 de março - Dia Internacional da Mulher
22 de março - Dia Mundial da Água
Março, marçagão, de manhã inverno e à tarde verão.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Você come Formigas? ... Numero 1
VOCÊ COME FORMIGAS?...
Número 1 de 29/09/2005
A questão: “Você come formigas?”, faz parte do imaginário infantil do meu filho Tiago, que eu chamo carinhosamente de “filhote de Urso”, entre outras coisas.
“Mequetrefe”, “Tagandé” e “Parrequito”, são exemplos desses mimos que dediquei ao meu descendente.
A pergunta é também património da minha vida adulta enquanto pai e reflecte parte da semântica que a minha relação com o Tiago gerou então.
Resulta do Filme “Moggly” na sua primeira aparição, há cerca de 20 anos. Lembro-me que assisti com o Tiago num camarote do Tivoli de então, em Lisboa.
A dinâmica da história e a fantasia do filme conquistou-nos de imediato.
Particularmente a relação que se estabelece entre o Moggly e o urso.
Não me esquecerei nunca de frases como:
“- Moggly, dá aí uma coçadela nas costas do Papai Urso”.
Mas, a cantiga que ambos cantam é algo de memorável. Daí vem o diálogo:
“- Você come formigas?...
- ãããããhhhh … tranquilamente!!!”
Comprar o disco e aprender as músicas todas, foi num ápice. Tocámos e cantámos várias vezes todos os temas incluídos.
Foi com este diálogo que começou o e-mail que ontem, o Tiago escreveu para mim. Voltarei a este e-mail noutro dia, noutra crónica.
Para já, foi uma luta tremenda conseguir escrever “você come formigas”.
É que os inteligentes que desenvolvem software acham que devem emendar automaticamente para: “você como formigas”.
Já passaram muitos anos!!! Estás um Homem, filhote! Mas, conservas a alegria de menino que eu segurava na mão.
Por mim tentarei continuar a apreciar as formigas, minhas amigas. Hoje gosto mais de borboletas, mas as joaninhas e as formigas são parte integrante da minha cultura do “bug”.
“VOCÊ COME FORMIGAS?..” é o nome ideal para as curtas crónicas que pretendo fazer da minha estadia na Província da Huíla, Angola, particularmente na cidade do Lubango.
Papai Urso
Número 1 de 29/09/2005
A questão: “Você come formigas?”, faz parte do imaginário infantil do meu filho Tiago, que eu chamo carinhosamente de “filhote de Urso”, entre outras coisas.
“Mequetrefe”, “Tagandé” e “Parrequito”, são exemplos desses mimos que dediquei ao meu descendente.
A pergunta é também património da minha vida adulta enquanto pai e reflecte parte da semântica que a minha relação com o Tiago gerou então.
Resulta do Filme “Moggly” na sua primeira aparição, há cerca de 20 anos. Lembro-me que assisti com o Tiago num camarote do Tivoli de então, em Lisboa.
A dinâmica da história e a fantasia do filme conquistou-nos de imediato.
Particularmente a relação que se estabelece entre o Moggly e o urso.
Não me esquecerei nunca de frases como:
“- Moggly, dá aí uma coçadela nas costas do Papai Urso”.
Mas, a cantiga que ambos cantam é algo de memorável. Daí vem o diálogo:
“- Você come formigas?...
- ãããããhhhh … tranquilamente!!!”
Comprar o disco e aprender as músicas todas, foi num ápice. Tocámos e cantámos várias vezes todos os temas incluídos.
Foi com este diálogo que começou o e-mail que ontem, o Tiago escreveu para mim. Voltarei a este e-mail noutro dia, noutra crónica.
Para já, foi uma luta tremenda conseguir escrever “você come formigas”.
É que os inteligentes que desenvolvem software acham que devem emendar automaticamente para: “você como formigas”.
Já passaram muitos anos!!! Estás um Homem, filhote! Mas, conservas a alegria de menino que eu segurava na mão.
Por mim tentarei continuar a apreciar as formigas, minhas amigas. Hoje gosto mais de borboletas, mas as joaninhas e as formigas são parte integrante da minha cultura do “bug”.
“VOCÊ COME FORMIGAS?..” é o nome ideal para as curtas crónicas que pretendo fazer da minha estadia na Província da Huíla, Angola, particularmente na cidade do Lubango.
Papai Urso
O voo da Borboleta - número 1

E, eis-me aqui pela segunda vez!!!
O título destas crónicas não é uma originalidade. É muito utilizado, para os mais diversos fins. Uma pesquisa na Internet revelará várias utilizações do título.
A razão da minha escolha prende-se principalmente com temas que fui desenvolvendo no “VOCÊ COME FORMIGAS?...”. Quem leu e percebeu saberá entender este título. Quem não percebeu, também não adianta explicar. Aliás, será mais divertido se derem outros motivos ao motivo.
O título também tem a ver com a letra da canção “A Veia do Poeta” de Rui Veloso e Carlos Tê… Oiçam. Acredito que vão gostar. No mínimo visitem o site do Rui e leiam a letra.
“VOCÊ COME FORMIGAS?...”, foi tempo de Lubango em 2005. Foi tempo de desesperança. Agora é um pouco diferente … vou poisando e levantando…num movimento em espiral, espero que não picado nem desorientado …qual estafeta atarefado em consumir a vida. Foi tempo de crónicas de “um” Tuga, e agora serão “do” Tuga.
Termino com uma dica do Joaquim Letria autor do excerto de texto abaixo. Está tudo explicado aí!!!
“Uma das mais interessantes descobertas recentes da biologia é a de que o aparente voo errático das borboletas nunca o é, de facto. Tem sempre um objectivo e segue linhas de orientação e planos de voo definidos. Logo, quando uma borboleta bate as asas em Pequim, as longínquas consequências do gesto do seu delicado corpo não acontecem por acaso…”
in Prefácio de “O Voo da Borboleta, Crónicas da Sociedade da Informação”, de Reginaldo Rodrigues de Almeida, da Media XXI, ISBN 972-99351-3-0.
A esperança é prima das borboletas…
O título destas crónicas não é uma originalidade. É muito utilizado, para os mais diversos fins. Uma pesquisa na Internet revelará várias utilizações do título.
A razão da minha escolha prende-se principalmente com temas que fui desenvolvendo no “VOCÊ COME FORMIGAS?...”. Quem leu e percebeu saberá entender este título. Quem não percebeu, também não adianta explicar. Aliás, será mais divertido se derem outros motivos ao motivo.
O título também tem a ver com a letra da canção “A Veia do Poeta” de Rui Veloso e Carlos Tê… Oiçam. Acredito que vão gostar. No mínimo visitem o site do Rui e leiam a letra.
“VOCÊ COME FORMIGAS?...”, foi tempo de Lubango em 2005. Foi tempo de desesperança. Agora é um pouco diferente … vou poisando e levantando…num movimento em espiral, espero que não picado nem desorientado …qual estafeta atarefado em consumir a vida. Foi tempo de crónicas de “um” Tuga, e agora serão “do” Tuga.
Termino com uma dica do Joaquim Letria autor do excerto de texto abaixo. Está tudo explicado aí!!!
“Uma das mais interessantes descobertas recentes da biologia é a de que o aparente voo errático das borboletas nunca o é, de facto. Tem sempre um objectivo e segue linhas de orientação e planos de voo definidos. Logo, quando uma borboleta bate as asas em Pequim, as longínquas consequências do gesto do seu delicado corpo não acontecem por acaso…”
in Prefácio de “O Voo da Borboleta, Crónicas da Sociedade da Informação”, de Reginaldo Rodrigues de Almeida, da Media XXI, ISBN 972-99351-3-0.
A esperança é prima das borboletas…
Almocinho

Enquanto não me entendo com o blogue e não consigo que ele sirva exactamente para o que quero, vai servindo de diário. Quer dizer para falar dos dias.
O Sol voltou a brilhar no Lubango e o Bacalhau à Braz de muito bom nivel para o local, acompanhado por um BSE de Bucelas de óptimo nivel em qualquer lugar, deram uma ajuda preciosa para eu gostar de estar vivo neste último dia do mês.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Regressando da praia
Ainda não domino esta mecânica. Disparei algumas coisas à toa sendo certo que o relogio do servidor não esta certo com o meu...
Com o tempo hei-de me acostumar a novas medidas de tempo
Com o tempo hei-de me acostumar a novas medidas de tempo
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