Não há combustível nem estrada para o Namibe. Deslizamentos de terra impedem a estrada. Só me restam os mimos de domingo.
Sair a pé para um café e um bolo de arroz, com papel e tudo. Sabe demais a canela para a receita original, mas eu até aprecio. Há aquela história da jovem que disse ao pasteleiro que o bolo estava óptimo.
- E do papel, gostou?
- Tinha papel ?!!!!!
Acresce uma visita ao maior ladrão da cidade...
Tenho de levar óculos para o supermercado. Não consigo ver os preços de nada. A PDI já não dá tréguas.
Saio com os mimos:
- Tinto Cabernet-Syrah da J.P. Chenet, no sul da França;
- Paté com Mel e Vinagre Balsâmico, da Casa da Prisca de Trancoso, Portugal;
- Cadbury de Wholenut e RUM & Raisin, da África do Sul;
- Snaks e Cream Cracker da Cuetara de Espanha;
- Biscoitos de Banana e Canela da Bauducco do Brasil.
Tudo na boa companhia da Globo nos carnavais de S.Paulo e Salvador, intervalado pelo MBA da UA de Lisboa.